Uma poesia sobre Haddad e suas máscaras

Compartilhar
Incorporar
  • Publicado em 18 Out 2018
  • Bota a máscara, tira a máscara.
    Faz a marca, muda a marca.
    Põe vermelho, muda tudo.
    Fala em taxa, tira a taxa.
    Cria o kit, diz que não.
    Apoia o Maduro, esconde ele.
    Era ateu, e vai na missa.
    Afaga o Ciro, Cid xinga.
    É PRA RIMAR! É PRA RIMAR! É PRA RIMAR!
    Constituição, muda, não muda.
    Põe estrela, tira estrela.
    Ofende o bispo, quer apoio.
    Dirceu tá junto, não tá mais.
    E na cadeia, não vai mais.
    Lula manda, ele faz.
    Haddad, para! Tá feio.

Comentários • 88